A última aula desta Universidade de Verão contou a presença de Miguel Pavão, da Mundo a Sorrir; Miguel Neiva, da ColorADD; e Laura Vidal da Conexão Lusófona, que falaram aos alunos sobre inovação social. “Gerir, Liderar e Motivar” foi o tema da aula dada.
Embora seja ousado, eu sugiro que a organização encontre uma forma de abrir um espaço, ainda que sejam 30 minutos, onde fosse possível um pequeno debate. As intervenções seriam cronometradas rigorosamente, e poderiam não ser uma pergunta, mas uma intervenção. Claro que isso exigiria uma outra estruturação, mas acho que valeria a pena, justamente, por permitir que nos conheçamos melhor e desenvolvamos melhor a nossa capcidade argumentativa.
Resposta de Carlos Coelho:
Olá Anyse,
Para considerarmos a sugestão ela tem de ser um pouco mais concreta. 30 minutos se forem 3 minutos a cada orador dá só para 10... se for 1 minuto dá só para 30 oradores (menos de 1/3 dos participantes da UV) e uma sucessão de pequenas intervenções não é um debate...
E como se fixa o tema ? e, no Programa da UV, onde se encaixa esse debate ? O que se retira do Programa para acomodar esse debate ?
CC
ACHEI CURIOSO
João Madeira O Dr. Carlos Corlho ter uma gravata da cor do grupo anfitrião, incluindo cores menos comuns como a cor amarela! São nestes pormenores que se vêm a dedicação que põe neste projeto! 02-09-2016 | 22:28
Nicolle Lourenço O facto de a cor da gravata do eurodeputado Carlos Coelho ser da cor do grupo anfitrião. São os pormenores que marcam a diferença. 30-08-2016 | 22:36
Adriano Silva Existir um sistema de pontualidade bastante rigoroso ao ponto dos estudantes serem repreendidos, mas o que acaba por ser bom porque, de uma forma eficiente, a Universidade de Verão é uma academia muito bem organizada e, como tal, há um programa a cumprir. 30-08-2016 | 17:33
(entregue em papel)
Gonçalo Gomes 90% de toda a informação criada no mundo ter sido criada nos últimos 2 anos. 01-09-2016 | 10:42
José Augusto Pereira A economia da Califórnia ser superior do que a de França 01-09-2016 | 10:29
Rodrigo Dias Almeida A paixão que guia o trabalho de todos estes empreendedores sociais. Fantástico! 03-09-2016 | 11:19
Marcelo Morgado Dos projectos sociais apresentados, podemos ver que a área de incidência é fora do território português, sendo eu defensor que antes de olharmos para fora do nosso território devemos de analisar primeiro o nosso. Atualmente muitos jovens portugueses, alguns nas nossas ruas onde moramos, que vivem dificuldades financeiras, pelo qual não podem continuar a estudar, a desenvolver o seu percurso pessoal. As desigualdades são uma realidade. Não quero aqui dizer que não devemos de participar em projetos internacionais mas considero que devemos de canalizar mais financiamento para os projetos nacionais. 03-09-2016 | 11:00
Gustavo Pereira Achei curioso o debate que existiu sem ter existido. Refiro-me ao contraponto de posições que existiu entre a opinião do Eng. Carlos Pimenta e o Dr. Filipe de Botton (Vidro contra Plástico). Seria, de resto, um boa opção de debate para uma edição próxima. 03-09-2016 | 11:48
Bruno Rocha A forma como o Eng. Carlos Moedas exprime a sua paixão pela causa nacional e pela causa europeia, confirmando que ambas as realidades são compatíveis. Ser Português na nossa Europa. 01-09-2016 | 12:04
Robert Neves O mundo pré Primeira Grande Guerra ser mais aberto em termos de circulação de pessoas e bens (padrão ouro) do que hoje, cem anos depois... 01-09-2016 | 11:00